Seja Bem Vinda!

A mulher que Teme ao Senhor, essa sim será louvada. Provérbios 31:30

“O Desejo Sexual e a Garota Solteira (10 conselhos para a pureza)” por Colleen Chao

Imagine guardar um leão naquelas bolsas de transporte para gatos… Por anos. Dia após dia, noite após noite, ele ruge, ele come (muito). A sua energia não tem fim… E ainda assim você o mantem preso. Como uma garota solteira, nos seus 30 e poucos anos que, pela graça de Deus, se comprometeu a guardar o sexo para o casamento, eu frequentemente me sentia como esse leão aprisionado. Algumas vezes, minhas lutas físicas eram tão grandes, que eu me desesperava; a longa e intensa luta pela pureza, numa cultura sexualmente saturada, parecia impossível. E enquanto havia um diálogo constante sobre as lutas e tentações sexuais masculinas, havia um estranho silêncio quando se tratava de mulheres. Será que eu era parte homem, ou isso também acontecia com as mulheres? Contudo, quanto mais eu me abria e dividia minhas lutas com outras mulheres solteiras, mais eu percebia que eu realmente era normal e em boa companhia. Então por que não havia ninguém falando sobre isso? Ou, talvez, a pergunta principal seja por que nós queremos lutar por pureza sexual quando nossos desejos parecem tão naturais e bons – e tantas vezes parecem muito fortes para serem controlados? Cristo é melhor Se eu posso testificar alguma coisa, é que eu vi que Cristo é maior que meus desejos sexuais. Eu nunca esquecerei a conversa que tive com um colega de trabalho agnóstico que, mais uma vez, estava me cobrando por eu não dormir por aí. (Importante dizer que eu nunca dei informações sobre mim no meu trabalho, mas acho que todo mundo já havia descoberto, baseado no meu estilo de vida). A...

“Como lidar com seu desejo de ter um namorado” por Bethany Baird

Annie tinha vinte e dois anos caminhando para os vinte e três, sem namorado e lutando para confiar em Deus. Ela vivia em uma pequena cidade, trabalhava em uma empresa de pequeno porte e ia para uma pequena igreja. Vamos apenas dizer que as perspectivas do sexo masculino (ou falta de) na cidade eram pequenas. O desejo no coração de Annie de finalmente conhecer e casar com o homem dos seus sonhos estava se tornando dominador. Como ela poderia permanecer satisfeita na vida quando o verdadeiro amor estava longe no horizonte? Embora o coração de Annie ansiasse por um rapaz, ela tomou a difícil decisão de entregar seus desejos a Deus e esperar pacientemente em Seu tempo. O status de relacionamento de Annie não se alterou de imediato, mas a sua perspectiva e atitude em relação a suas circunstâncias assumiram um olhar totalmente novo. Annie passou de desencorajada diante de suas circunstâncias atuais a acreditar que Deus realmente tinha um plano para sua vida amorosa. “Inquietação e impaciência não mudam nada, exceto a nossa paz e alegria. Paz não habita em coisas externas, mas no coração preparado para aguardar com confiança e silenciosamente naquele que tem todas as coisas de forma segura em Suas mãos.” – Elisabeth Elliot Você já se sentiu como Annie? Eu sei que eu já. Às vezes eu penso, “Eu ficaria muito mais feliz se eu tivesse um namorado.” Quando eu escolho me debruçar sobre esse pensamento, eu estou basicamente dizendo a Deus que Seu plano para minha vida não está servindo. Se apenas Deus seguisse alguns dos meus conselhos e me desse um marido,...

7 Perguntas para Mães mais Velhas” por Melissa Krugger

Um dos encorajamentos mais frequentes que dou para novas mamães é de que achem uma mãe num período a frente delas para fazerem perguntas específicas sobre amamentação, horário de dormir e treinamento para usar o vasinho. A razão? Agora que meus filhos estão maiores (8, 12, 15), eu mesma não consigo me lembrar da maioria das respostas para essas questões! Eu passei vários anos oscilando entre privação de sono e enjoo matinal. Meu passado mental nebuloso não me permite ter certeza sobre quantas vezes por dia eu amamentava meus filhos ou por quanto tempo eu esperava até chamar o médico quando eles tinham febre. Esses são detalhes que eu pensava que nunca esqueceria, mas eles já são incertos no meu cérebro. Entretanto, eu também falo a elas que é vitalmente importante receber o conselho e a sabedoria de mamães que passaram anos criando filhos. Embora essas mães muito provavelmente não se lembrem mais dos detalhes específicos sobre como como colocavam seu bebê para dormir durante a noite ou sobre o que é apropriado para o desenvolvimento de uma criança de dois anos, elas são uma mina de sabedoria. Como uma mãe de filhos novos, eu muitas vezes me foquei demais nas lutas momentárias e não tirei um tempo para fazer as perguntas maiores e mais significantes para algumas das mulheres mais velhas da minha vida. Aqui estão algumas das questões que eu encorajo mães de filhos novos a perguntarem (e que também estou perguntando para mamães mais velhas da minha vida): 1. Vida Espiritual: Como você desenvolveu sua vida espiritual como mãe? Quando você achava tempo para orar e ler a Bíblia? Houve quaisquer livros específicos ou estudos bíblicos que a ajudaram a crescer espiritualmente durante esse período?...

Dez coisas para fazer com seus filhos antes que eles completem 10 anos – Harvey e Laurie Bluedorn

Alguns educadores clássicos concentram-se no método Clássico e outros nas disciplinas Clássicas. Aqueles que se concentram nas disciplinas (latim, lógica, etc), tendem a querer entrar nas acadêmicas o mais cedo possível. Aqueles que se concentram no método (o Trivium), tendem a ir mais devagar e prestar mais atenção aos princípios do desenvolvimento. A Educação Clássica não é somente latim e lógica. É um jeito de viver. Neste artigo discutiremos o que fazer com a criança com menos de dez anos. Por volta dos dez anos, o cérebro torna-se fisicamente capaz de lidar com conceitos abstratos e ajuda a criança a ser mais independente e a ter mais autocontrole. Aos dez anos, a criança entra completamente no estágio gramatical. Antes disso a criança é muito dependente de suas experiências sensoriais concretas para aprender. Ela está em o estágio pré-gramatical. Ela ainda está “booting up” [seu cérebro está se desenvolvendo e se preparando para chegar ao  estágio de funcionamento adequado em que poderá receber e lidar com informações mais complexas], para usar um termo do jargão da informática. Deste modo, sugerimos que as áreas acadêmicas não sejam necessariamente a ênfase antes dos dez anos. Ao invés disso, esta é a época de plantar as sementes do honrar a Deus e aos pais, desenvolvendo a capacidade lingüística e o desejo de aprender, enriquecendo a memória e instilando uma ética do trabalho e do servir. Esta é a época para estabelecer os alicerces para as disciplinas acadêmicas por vir. A seguir, uma lista de dez coisas que acreditamos serem importantes para ensinar seus filhos antes deles completarem dez anos. 1. Leitura e caligrafia...

“Peça ao Seu Filho para Perdoá-lo” por David Mathis

Eu nunca me esquecerei do meu pai me pedindo para perdoá-lo. Poucos momentos – se é que algum – eram tão impactantes, emocionantes ou inesquecíveis como os em que papai admitia para mim, quando eu tinha 5, 7 ou 10 anos de idade, que ele havia exagerado e que estava arrependido.  Eu ficava emocionado principalmente porque eu não era uma vítima inocente, pelo menos em todos os casos de que eu me lembro. Minha desobediência, rebelião e imaturidade eram os desencadeadores de nossos confrontos. Eu havia pecado primeiro e sabia que era culpado. Mas papai  havia entrado num grupo de estudo bíblico e seu coração estava se tornando mais sensível à Palavra de Deus. Ele queria que sua conduta ficasse cada vez mais de acordo com o evangelho que ele amava. Não apenas em público, mas no privado. Não apenas como o dentista e o diácono que o mundo via, mas como pai, quando apenas meus pequenos olhos assistiam. Ele começou a assumir o fato de que mesmo o comportamento mau de seu filho não servia como desculpa para uma reação pecaminosa. Ele estava aprendendo a primeiro reconhecer e admitir seu próprio pecado, removendo a trave adulta do seu próprio olho, para que assim pudesse ser mais cuidadoso e paciente ao remover o argueiro infantil do meu. A Nova Armadura do Imperador Alguns de nós talvez fiquemos preocupados com o fato de que se tornar tão vulnerável assim perante os nossos filhos mostrará uma fissura na armadura da autoridade parental. “Certamente não podemos cuidar de verdade de nossos filhos se tivermos de abandonar nossa posição superior”, nós falamos a nós...

“O Problema com o Casamento Perfeito do Pinterest” por Benjamin Vrbicek

Querido casal cristão de noivos, Sinto-me honrado por vocês me pedirem para ministrar seu casamento e para caminhar com vocês no aconselhamento pré-nupcial. Tem sido uma alegria ver a fé de vocês em Cristo, o serviço conjunto de vocês na igreja e o amor um pelo outro crescer. Durante nossas reuniões de aconselhamento, nós passamos por assuntos como o comprometimento vitalício do casamento, o ato de tornar-se uma nova família, a concepção e a criação de filhos, o orçamento e as finanças e a intimidade sexual. Essas tendem a ser áreas sensíveis que possuem o potencial de trazer grande alegria nos anos que se seguirão, mas também de trazer, às vezes, grande dor. Entretanto, hoje estou escrevendo sobre o casamento – sobre o dia, a cerimônia e a festa que virá depois. Parece que há nos casais uma pressão sutil – mas crescente – de fazer com que o dia do seu casamento seja melhor do que os dos outros, como se se tratasse de uma competição para ver quem terá o casamento perfeito do Pinterest. Ninguém diz isso abertamente (até porque soaria ridículo). Mas é algo que acontece, e parece, para mim, que é algo que acontece com bastante frequência. Recentemente eu peguei uma revista de casamento. Nela havia propagandas para locais de recepção em todos os tipos de lugares, desde celeiros rurais até salões vitorianos. Os vestidos e as fotografias prometiam ser “únicos”, “customizados”, “especiais”, “perfeitos”, “inesquecíveis” e, é claro, “dos seus sonhos”. Além disso, para ajudar você a planejar seu casamento perfeito, um artigo oferecia um “checklist” de seis a oito itens “essenciais”. A pressão é...

Teaser: Entrevista com Mary Beeke: Vida Devocional da Mãe.

 No dia 22 de julho de 2015 eu tive a oportunidade de passar 3 horas com a nossa querida Mary Beeke, absorvendo de sua sabedoria sobre o seu livro “a lei da bondade”, casamento, criação de filhos, sua experiência como esposa de pastor, etc. Mary Beeke é um exemplo de doçura, bondade, humildade, gentileza, etc. Não é atoa que o seu marido, o Dr. Joel Beeke a chama de rainha, sua melhor metade, e sempre diz que o “seu valor excede ao de rubis”. De fato Mrs. Beeke, como todos a chamam, é uma verdadeira mulher de Provérbios 31, “Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua.” Pv 31:26 Após uma saga para conseguir editar, voluntários para traduzir e legendar, em breve começaremos a finalmente publicar a entrevista que fizemos com as perguntas que nossas leitoras enviaram. Publicaremos aos poucos pequenos trechos divididos por assunto. Hoje compartilharemos com vocês apenas uma pequena amostra para deixá-las com água na boca! 😉 Nesse curto video Mrs. Beeke, responde a pergunta: “Como uma mãe constantemente ocupada com cuidado de filhos pequenos pode manter a sua vida espiritual em dia?”. De forma muito emocionada ela compartilha um pouco de sua experiência como mãe de 3, já adultos. Não deixe de assistir e compartilhar! Com amor, Flávia Silveira * Tradução: Julia Quaresma Revisão: Roberta Macedo Legenda: Lucas Galindo e Nayane Fernandes Edição e Entrevista: Flávia Silveira Colaboração: Virginia Canuto _____________________ *Mary Beeke é esposa do Dr. Joel Beeke e mãe de Calvin, Esther e Lydia. Ela trabalhou como enfermeira e professora, e tem mestrado em educação especial. Desde 1989 é dona-de casa e esposa de pastor....

“O Casamento Bíblico” por Pr. Augusto Brayner

http://www.mulherespiedosas.com.br/wp-content/uploads/2016/06/MPA-7.mp3 Introdução: Há não muitos anos, talvez 30 ou 40, o tema do divórcio e do novo casamento não tinham tanta importância no meio da Igreja. Não que fossem questões consideradas marginais, mas porque não parecia ser um inimigo tão grande naquele período. As famílias eram bem mais firmes e estáveis, os filhos tinham mais certeza que teriam seus pais juntos ao longo da vida. Segundo Jay Adams, a única obra considerável sobre o tema era “Divorce” de John Murray. Um livro de difícil leitura e que nunca fora muito popular. Contudo, hoje as prateleiras estão cheias dos mais variados tipos de livros sobre o tema, quase todos, com boa dose de tradicionalismo e liberalismo e quase nada que emane da Escritura. Diante disso, me proponho a falar um pouco sobre o tema o dividindo em três pequenos artigos, sendo este primeiro mais voltado ao casamento, noivado, namoro e solteirice à luz da Escritura. Podemos perceber como a Igreja foi tomada por casos e mais casos de divórcios, são inúmeras as pessoas que já estão no terceiro ou quarto casamento e continuam na Igreja, quando não são eles próprios os pastores. O casamento foi tão banalizado a ponto de haver igrejas com uma junta de advogados para lidar exclusivamente com os divórcios de seus membros. Há algo de muito sério acontecendo! Não se pode deixar de dar a atenção adequada a um assunto que mexe com a vida da Igreja de maneira tão profunda. Portanto, faz-se necessário que comecemos a tratar do tema a partir dos seus fundamentos, considerando as pressões próprias da nossa época. AS PRESSÕES DA PÓS...

“Despertando para a vida acadêmica do seu filho” por Alessandra Brotto

O objetivo deste texto é simplesmente tentar despertar as mães para um mal escondido, na verdade, sagaz, assim como a Serpente, que com palavras falsas “envenenou” a mulher no Éden. “Mas receio, que assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e purezas devidas a Cristo” II Cor. 11:3. Irmãs, temos que concordar que nosso maior ministério, são os nossos filhos. O Senhor nos deu tal responsabilidade e dela prestaremos conta. “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.” I Tim. 2:15. Pode parecer que eu esteja sendo dura, mas estou aqui somente para admoestá-las em amor. “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.” Ef. 4:15. Como tem sido o acompanhamento escolar do seu filho? Não estou falando em entender aritmética, ou decorar fórmulas de química. Mas principalmente aquelas que têm filhos na Educação Infantil e Ensino Fundamental: você tem acompanhado? Você alguma vez folheou o livro didático ou paradidático dele? Quero contar a vocês uma pequena experiência pela qual eu passei. Por estar envolvida na área de educação, me sentia completamente segura quanto ao conteúdo visto pelos meus filhos. Apesar de eles irem a escolas seculares, sempre os acompanhei. Eu confiro agenda, faço juntamente a tarefa com eles, vou às reuniões de professores, converso com diretoras e coordenadoras. Porém, no começo desse ano, minha filha – de nove anos na época – ao folhear seu livro de interpretação de texto se depara...
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