Seja Bem Vinda!

A mulher que Teme ao Senhor, essa sim será louvada. Provérbios 31:30

“Pais (e mães), não provoquem seus filhos!” por Tim Challies

É uma palavra e uma idéia que já há algum tempo eu venho querendo. No Novo Testamento há duas instruções claras para os pais e esta palavra claramente acompanha ambas. É a palavra “provocar”. Efésios 6:4 diz, “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor”, enquanto Colossenses 3:21 fala “ Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados.”. Arriscando provocar ira em expositores da Palavra, eu criei uma mistura das duas passagens que segue assim: “Pais, não provoquem seus filhos à ira para que não fiquem desanimados, mas criai-os na disciplina e instrução do Senhor”. Eu gostaria de sugerir algumas formas que nós, como pais, podemos pecaminosa e injustamente provocar nossos filhos. Porém, antes que façamos isso, vamos analisar juntos estas duas passagens. Pais. A primeira palavra nas duas passagens é “Pais”. Embora seja uma advertência aos “pais”, muitos comentaristas bíblicos reconhecem que é justo encarar esses versículos como sendo instruções escritas para pais e mães. A sociedade grega era patriarcal, logo os destinatários de Paulo também eram, através dos pais, as mães. Estamos seguros de designar os versículos a ambos os pais. Não provoque… à ira. As duas passagens contêm a mesma exortação: Não provoque – como Efésios adiciona – à ira. Provocar é o tipo de palavra que você pode usar para se referir ao transformar uma chama em fogo – você começa com algo pequeno e provoca-o para se tornar fogo alto. Ou por outro ângulo, é o tipo de palavra usada para se referir àqueles momentos em que você corre atrás...

“10 Vantagens do Ensino Domiciliar” por Rachel Oliveira

Quando um casal tem um filho, logo começa a fazer planos. Agora, há um ser que depende deles, cujo futuro será influenciado diretamente por suas decisões. Certamente, onde ele vai estudar é uma dessas escolhas importantes que os pais precisam tomar e, indubitavelmente, todos desejam o melhor. A opção mais comum é procurar uma escola boa, competente e bem estruturada. De preferência, que tenha valores sólidos e, se possível, cristã. Contudo, nem toda família vai por este caminho. Há mais de quatro décadas foi resgatada a prática de se ensinar no próprio lar, ao invés de enviar o filho para escola, que é uma instituição não muito antiga, do século XVIII. Esses pais, assim como os demais, buscam o melhor para seus filhos, porém entendem que podem e devem assumir pessoalmente a educação formal de seus filhos, no ambiente de casa e fora dela. São muitas as motivações que conduzem a essa escolha e não se limita ao aspecto religioso. Há famílias de todos os credos (inclusive ateus), tamanhos e condições sociais que veem na educação domiciliar uma opção mais apropriada e compatível com seus estilos de vida. Sendo assim, a partir de agora apresentaremos apenas 10 vantagens da educação em casa, levando em consideração as motivações de uma família cristã. O ensino é de um para um: ou seja, individualizado e personalizado. Respeita-se o ritmo da criança e a melhor forma que ela tem de aprender. Se a criança apresenta dificuldade em determinada matéria, por exemplo, é possível se dedicar mais tempo e energia a ela. Valoriza-se o interesse da criança: sabe-se que quando temos desejo de aprender...

“Treinando Nossos Filhos Para Lutar Contra o Mundanismo – Parte 2” por Dr. Joel Beeke

Ainda nao leu a parte 1? Leia aqui. Maneiras de lutar contra o mundanismo Nós temos a grande responsabilidade de treinar nossos filhos para lutar contra o mundanismo. Não é suficiente apenas identificar os problemas, pois grandes medidas são exigidas. Os pais precisam mostrar a seus filhos que eles precisam valorizar suas almas mais do que as coisas deste mundo, temer e amar ao Senhor mais do que o louvor ou a censura das pessoas e se preocupar mais em acumular tesouros no céu do que tesouros na terra. Tudo isso requer muita perseverança da parte dos pais, bem como muitos sacrifícios. Seja um Exemplo de Piedade Primeiramente, nós precisamos ser exemplos para nossos filhos sobre como lutar contra o mundanismo. Nossos filhos lutam contra ele porque nós também lutamos. Se os pais são bajuladores e dão mais consideração à aparência externa do que às coisas espirituais, se amam mais as coisas materiais, vivem pelo prazer terreno, se importam com as coisas terrenas e abraçam o orgulho, como eles poderão ajudar seus filhos? Muitos pais vivem no lugar de seus filhos. Orgulham-se da popularidade, da beleza física, do sucesso ou da riqueza deles, confirmando, assim, os piores traços nos filhos e neles mesmos. Ajudá-los nessa luta deve começar com nossa própria batalha. Se nossos filhos não veem nossa luta, eles não terão nenhuma ideia do que é lutar contra o mundanismo. Se eles não virem você vivendo por coisas maiores que a glória das pessoas, eles não irão viver por coisas maiores que essa. Se eles veem um orgulho desmedido em você, eles se tornarão orgulhosos em suas ações....

“Educação Domiciliar: Que Papo é Esse? ” por Isabela Ribeiro

Educação domiciliar também é, muitas vezes, chamada pelo termo em inglês Homeschooling. Mas o que isso significa? Em primeiro lugar se faz necessário entender que o Homeschooling é uma realidade em vários países do mundo, como Estados Unidos, Áustria, Bélgica, Canadá, Austrália, França, Noruega, Portugal, Rússia, Itália, Nova Zelândia, dentre outros. Aqui no Brasil esse movimento tem crescido bem rapidamente: em 2010, quando a Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED) foi criada, havia cerca de 800 famílias envolvidas na área. Hoje, já são 4 mil, segundo pesquisa de fevereiro de 2016. Ressalva feita, vamos ao que interessa: o que é esse tal de Homeschooling? Em primeiro lugar, quando falamos disso estamos falando de uma modalidade de educação, onde os principais responsáveis pelo processo de aprendizagem são os próprios pais da criança e o ambiente da educação não é uma instituição (a escola), mas o seio familiar. Quando dizemos que o Homeschooling supõe não matricular os filhos na escola, pessoas podem dizer: “ah, então a criança fica trancada dentro de casa?”. Não, ela não fica. Há um mundo de conhecimento em museus, parques, centros culturais, no parquinho, na casa da avó, na casa do amiguinho, em uma viagem, etc. Seio familiar é tão somente o não delegar a educação a nenhuma instituição, o que não significa se restringir à sua própria casa 365 dias por ano. Como os pais podem ensinar seus filhos se eles não fizeram Pedagogia? Bom, primeiro preciso dizer que a habilidade para ensinar não está restrita a quem cursa Pedagogia ou similares. Em segundo lugar, é necessário saber da infinidade de recursos disponíveis, gratuitamente, na Internet...

“Conversando Sobre Sexualidade – O Temor e o Fascínio” por Tim Challies

Todo pai tem a responsabilidade de eventualmente ter “aquela conversa” com seus filhos. Você sabe de qual conversa estou falando – aquela que finalmente diz de onde vêm os bebês. Acredito que poucos pais anseiem por essa conversa ou se sintam confiantes para tê-la. Porém, ainda que venhamos a tropeçar, nós e nossos filhos sobreviveremos. Eu passei um bom tempo essa semana preparando algumas mensagens sobre o design divino para seres humanos e sua sexualidade. Isto requereu um aprofundamento nas diferenças entre uma compreensão bíblica da sexualidade e aquela que é imposta pela cultura ao nosso redor – um entendimento que requer a destruição daquilo que as pessoas sempre creram e a criação de todos os novos tipos de categorias. (Veja, por exemplo, Os “novos pássaros e novas abelhas”-  “gêneros”). Quanto mais eu leio sobre o caos geral que envolve este assunto atualmente, mais eu fico convencido da necessidade de encarar “aquela conversa” não apenas como uma responsabilidade dos pais, mas como um privilégio. “Aquela conversa” não é só uma oportunidade de transmitir informação, mas uma oportunidade de transmitir maravilhas. Apenas pare um momento para pensar sobre o sistema de reprodução humano, o assunto daquela infame conversa. Vamos considerar somente um aspecto. Você já pensou no porquê nós usamos a palavra “sistema” para discutir sobre reprodução? Quando eu estava escrevendo um livro sobre fertilidade, eu tive que pesquisar a definição de sistema e cheguei a isto: “Um sistema é uma série de coisas ou partes conectadas formando uma rede complexa”. Um sistema geralmente parece simples exteriormente, mas na verdade é bem complexo. A complexidade está escondida por causa do...

“Treinando Nossos Filhos Para Lutar Contra o Mundanismo” por Dr. Joel Beeke

“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.” – 1 João 2:15-17. No seu livro “A Idade da Oportunidade”, Paul Tripp salienta que uma guerra está sendo empreendida para conquistar os corações de nossos filhos. Essa guerra começou no Jardim do Éden e continuará até que o reino do mundo se torne de nosso Senhor e do seu Cristo (Ap 11:15). Ela é um conflito entre a luz e as trevas, o bem e o mau, a justiça e a imoralidade, a santidade e a perversidade. De acordo com Gênesis 3:15, é uma guerra entre a descendência da mulher e a da serpente, ou entre Cristo e Satanás. O mundo em que vivemos é o grande palco dessa guerra, e nele há campos de batalha em todos os lugares: nas cadeiras do governo e dos centros de cultura, nas legislaturas e tribunais populares, nos escritórios e oficinas de negócios, nas feiras e distritos de lazer da cidade, nas faculdades, escolas e igrejas, em nossas casa e famílias e, mais importante, em nossos corações e mentes e nos dos nossos filhos. Enquanto estivermos neste corpo, precisamos viver no mundo. Refugiar-se ou escapar não é uma opção. A vontade de Deus é que vivamos no mundo como ele é, mas...

” Corações Sábios” Por Nancy Wilson

Chutando a lata da raiva um pouco mais distante, pensei em escrever algo sobre de onde ela vem no primeiro lugar. Duvido que alguém entre nós se levante de manhã esperando ficar com raiva de alguém, especialmente alguém próximo e querido por nós. A Bíblia é muito clara sobre de onde nossas palavras vem: elas vem direto de nossos corações. Logo, se algo torpe sai de nossa boca, então nosso coração tem alguma sordidez nele. De maneira alguma podemos esquivar-nos disso. Em Mateus 12:34, Jesus diz, “Raça de víboras, como podeis falar cousas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração”. Novamente em Lucas 6:45 “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração”. Agora, como pode uma doce mulher cristã enraivecer-se e dizer palavras “maldosas” a suas crianças? Isso significa que ela tem maldade no seu coração? Infelizmente é isso o que significa. Nós todas temos o pecado em nossos corações. Ninguém é bom. Portanto, todas nós precisamos da graça do evangelho diariamente. Aqui estão algumas sugestões. Pense sobre elas quando você estiver mais tentada a se irar. É quando as crianças se levantam pela manhã? Então ore antes de ir para a cama para que você esteja cheia de bondade e luz à mesa do café-da-manhã. É durante a hora do descanso? Então ore antes para que você não esteja estressada durante o momento do descanso. Espere ser testada e esteja preparada. Quando você põe as crianças para cochilar, ore, rogando...

“A Coisa Mais Importante que Meus Pais Fizeram” por Tim Challies

Eu cresci em um lar cristão, uma cultura de ensino e uma cultura de adoração familiar. Eu tenho certeza que todas essas coisas foram uma tremenda e imensurável benção. Estou convencido de que as atividades dominicais, a memorização dos catecismos e a adoração em família marcaram-me profundamente. Duvido que algum dia esquecerei que “meu único conforto é meu senhor Jesus Cristo e que a Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte”(Dia do Senhor 1, Pergunta 1, Catecismo de Heidelberg) , ou que “o fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”(Pergunta 1, Breve Catecismo de Westminster). Eu ainda posso cantar muitos salmos e hinos de minha juventude e tenho memórias preciosas de minha família curvando suas cabeças ao redor da mesa da cozinha. O que era realidade na minha família, era também realidade na família de meus amigos. Eles também cresceram rodeados pela igreja, pelos catecismos e pelas devocionais familiares. De fato, todas as vezes que eu os visitava eu nunca testemunhei alguma falta no hábito de fazer suas devocionais. Era este o costume, o hábito, e era bom. Nossa igreja tinha 100% de frequência aos domingos de manhã e 100% à noite também. Era isso que sempre fazíamos. Porém, apesar de todas essas vantagens, muitos que foram meus amigos na infância abandonaram a fé. Alguns foram embora, mas muitos outros foram apenas se distanciando, de forma que um domingo de ausência eventualmente se tornava um mês de ausência e logo então, um ano. Por quê? Eu fazia esta pergunta de tempos em tempos. Por que nós continuávamos a seguir o...

“A Graça Exposta: Cuidando de Uma Criança com Deficiência” por Kara Dedert

  O mundo da deficiência é cheio de opiniões. Alguns amigos meus de um grupo online ficam furiosos se você sugerir que a deficiência é algo negativo; antes, eles sugerem que nós deveríamos celebrá-la. Acho que deve variar dependendo do quanto a criança foi afetada, mas para nós a deficiência significou uma perda tremenda. Nosso filho, Calvin, um menino de 6 anos, luta contra uma doença crônica no pulmão, paralisia cerebral tetraplégica e espástica e uma série de outras condições devido a  uma má formação do cérebro.  Deficiência não é algo que a nossa família celebra, mas nós celebramos as formas com que a graça de Deus é percebida por meio da deficiência. A graça de Deus nos sustentou quando estávamos em grande lamento e nos livrou de desistir nos momentos de grandes lutas de fé. A graça de Deus permite que o Calvin seja repleto de alegria e felicidade na sua deficiência. A graça de Deus nos mostrou mais do amor Dele por nós enquanto cuidamos do Calvin. A graça de Deus nos surpreendeu com uma alegria inesperada em momentos difíceis. A graça de Deus tornou a realidade eterna mais clara e nossa esperança em Cristo mais urgente. A Graça no Lamento Quando a deficiência entra em uma família, ela dói. Talvez pensemos que a melhor coisa a fazer é levá-los “além” do lamento, falando sobre como outras pessoas superaram ou se inspiraram. Mas esse otimismo vazio passa a mensagem de que queremos passar por cima da perda deles e avançar para as coisas maravilhosas que Deus tem planejado. Eu sou tão feliz, porque nossos amigos e família...
Página 1 de 6812345...1020304050...Última »