Seja Bem Vinda!

A mulher que Teme ao Senhor, essa sim será louvada. Provérbios 31:30

” Corações Sábios” Por Nancy Wilson

Chutando a lata da raiva um pouco mais distante, pensei em escrever algo sobre de onde ela vem no primeiro lugar. Duvido que alguém entre nós se levante de manhã esperando ficar com raiva de alguém, especialmente alguém próximo e querido por nós. A Bíblia é muito clara sobre de onde nossas palavras vem: elas vem direto de nossos corações. Logo, se algo torpe sai de nossa boca, então nosso coração tem alguma sordidez nele. De maneira alguma podemos esquivar-nos disso. Em Mateus 12:34, Jesus diz, “Raça de víboras, como podeis falar cousas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração”. Novamente em Lucas 6:45 “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração”. Agora, como pode uma doce mulher cristã enraivecer-se e dizer palavras “maldosas” a suas crianças? Isso significa que ela tem maldade no seu coração? Infelizmente é isso o que significa. Nós todas temos o pecado em nossos corações. Ninguém é bom. Portanto, todas nós precisamos da graça do evangelho diariamente. Aqui estão algumas sugestões. Pense sobre elas quando você estiver mais tentada a se irar. É quando as crianças se levantam pela manhã? Então ore antes de ir para a cama para que você esteja cheia de bondade e luz à mesa do café-da-manhã. É durante a hora do descanso? Então ore antes para que você não esteja estressada durante o momento do descanso. Espere ser testada e esteja preparada. Quando você põe as crianças para cochilar, ore, rogando...

“A Coisa Mais Importante que Meus Pais Fizeram” por Tim Challies

Eu cresci em um lar cristão, uma cultura de ensino e uma cultura de adoração familiar. Eu tenho certeza que todas essas coisas foram uma tremenda e imensurável benção. Estou convencido de que as atividades dominicais, a memorização dos catecismos e a adoração em família marcaram-me profundamente. Duvido que algum dia esquecerei que “meu único conforto é meu senhor Jesus Cristo e que a Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte”(Dia do Senhor 1, Pergunta 1, Catecismo de Heidelberg) , ou que “o fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”(Pergunta 1, Breve Catecismo de Westminster). Eu ainda posso cantar muitos salmos e hinos de minha juventude e tenho memórias preciosas de minha família curvando suas cabeças ao redor da mesa da cozinha. O que era realidade na minha família, era também realidade na família de meus amigos. Eles também cresceram rodeados pela igreja, pelos catecismos e pelas devocionais familiares. De fato, todas as vezes que eu os visitava eu nunca testemunhei alguma falta no hábito de fazer suas devocionais. Era este o costume, o hábito, e era bom. Nossa igreja tinha 100% de frequência aos domingos de manhã e 100% à noite também. Era isso que sempre fazíamos. Porém, apesar de todas essas vantagens, muitos que foram meus amigos na infância abandonaram a fé. Alguns foram embora, mas muitos outros foram apenas se distanciando, de forma que um domingo de ausência eventualmente se tornava um mês de ausência e logo então, um ano. Por quê? Eu fazia esta pergunta de tempos em tempos. Por que nós continuávamos a seguir o...

“A Graça Exposta: Cuidando de Uma Criança com Deficiência” por Kara Dedert

  O mundo da deficiência é cheio de opiniões. Alguns amigos meus de um grupo online ficam furiosos se você sugerir que a deficiência é algo negativo; antes, eles sugerem que nós deveríamos celebrá-la. Acho que deve variar dependendo do quanto a criança foi afetada, mas para nós a deficiência significou uma perda tremenda. Nosso filho, Calvin, um menino de 6 anos, luta contra uma doença crônica no pulmão, paralisia cerebral tetraplégica e espástica e uma série de outras condições devido a  uma má formação do cérebro.  Deficiência não é algo que a nossa família celebra, mas nós celebramos as formas com que a graça de Deus é percebida por meio da deficiência. A graça de Deus nos sustentou quando estávamos em grande lamento e nos livrou de desistir nos momentos de grandes lutas de fé. A graça de Deus permite que o Calvin seja repleto de alegria e felicidade na sua deficiência. A graça de Deus nos mostrou mais do amor Dele por nós enquanto cuidamos do Calvin. A graça de Deus nos surpreendeu com uma alegria inesperada em momentos difíceis. A graça de Deus tornou a realidade eterna mais clara e nossa esperança em Cristo mais urgente. A Graça no Lamento Quando a deficiência entra em uma família, ela dói. Talvez pensemos que a melhor coisa a fazer é levá-los “além” do lamento, falando sobre como outras pessoas superaram ou se inspiraram. Mas esse otimismo vazio passa a mensagem de que queremos passar por cima da perda deles e avançar para as coisas maravilhosas que Deus tem planejado. Eu sou tão feliz, porque nossos amigos e família...

“Em Zootopia você pode ser o que quiser…” por Maycon Maia Ribeiro

Mas e no Reino de Deus? Zootopia não é um filme neutro (assim como nada é imparcial neste mundo). Um dos diretores, Byron Howard, confirma isso ao dizer que: “Estávamos determinados a fazer uma comédia animal, mas ao realizar as pesquisas, descobrimos que tínhamos uma oportunidade de abordar uma questão importante, sob o pretexto de uma certa leveza de tom”. Esta animação usa de uma fórmula já consagrada para ensinar ou combater uma ideologia. George Orwell, em sua sátira “A revolução dos bichos”, escrita em 1954 contra a União Soviética comunista, já havia utilizado da mesma técnica. E este virou uma animação norte americana com o objetivo de combater o “terror socialista”. Segundo Orwell, o socialismo na Rússia foi um movimento revolucionário que criou uma nova classe com privilégios ainda maiores do que os que diziam combater, ou como diria o próprio, “todos eram iguais, mas alguns mais iguais do que os outros”. Pois bem, Zootopia utiliza da mesma fórmula, mas para ensinar o oposto. Claramente se vê a ideologia marxista presente por todo o filme. O discurso inicial é que aquela é uma sociedade que, através da evolução (um conceito anti-cristão, logo de cara) se libertou da antiga luta entre predadores e presas que assolava o mundo, e agora todos vivem de maneira igual e podem fazer o que quiserem em busca de construir um mundo melhor. Claramente esse lugar apresentado é uma utópica cidade socialista. O que os roteiristas do filme “esqueceram” de mencionar, é que isso não funciona. Em um mundo caído, onde “não há justo, nem um sequer” (Romanos 3.10), o socialismo levará necessariamente à Fazenda dos Bichos da...

“A Educação e o Caminho – Parte 2” por Pr. Kenneth Wieske

Ainda não leu a Parte 1? Leia Aqui. O dever primordial dos pais é educar seus filhos no Caminho Abra sua Bíblia no capítulo seis de Deuteronômio. No contexto deste capítulo, o povo de Israel tinha sido libertado do Egito. Eles tinham passado pelo batismo no Mar Vermelho. Eles tinham andado pelo deserto até a Terra Prometida. Tudo isto simboliza a vida Cristã. Nós e os nossos filhos nascemos no Egito do pecado (Salmo 51:5). Passamos pelo Mar Vermelho do nosso batismo, pelo qual Deus nos separou do mundo e nos santificou para Seu serviço (1 Coríntios 10:2). Agora, estamos peregrinando pelo deserto deste mundo caído, rumo à Terra Prometida: os novos céus e nova terra, a nova Jerusalém. Para um povo libertado, consagrado, Deus dá a Sua lei. Veja que o contexto da Lei de Deus é liberdade. O prefácio dos dez mandamentos achamos em Deuteronômio 5.6: “Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei do Egito, da casa da servidão”. Então seguem os dez mandamentos. Claro que Deus não declararia que Ele tirou da escravidão, para logo depois escravizar Seu povo de novo com leis e mandamentos! A Bíblia fala de uma forma bastante negativa da Lei, quando se trata do homem tentar ganhar algum mérito ou ganhar a sua salvação pelas suas obras. Neste caso, a Lei é um inimigo, um peso insuportável, pois ninguém pode ser salvo pelas obras da Lei. Tudo muda quando alguém já é salvo, pela graça soberana. Para os salvos, a Lei não é mais inimigo, mas o mais precioso amigo. Não tem coisa mais deleitosa para os salvos, do que...

“A Educação e o Caminho – Parte 1” por Pr. Kenneth Wieske

A educação é um caminho para o futuro! A educação é o caminho para a transformação do país! A educação é o caminho para o desenvolvimento! A educação é caminho para sair da pobreza! Basta perguntar, e o Google em menos de um segundo mostrará que dezenas de milhões de páginas na internet exaltam a educação como um caminho, ou até o caminho. O Google precisa melhorar a qualidade das suas fontes de pesquisa. As Sagradas Escrituras, a infalível e inerrante revelação de Deus para nós, nos ensinam algo que vai completamente de encontro ao espírito da nossa época. Quem é o Caminho? A Bíblia diz que o Caminho é uma pessoa. O nome dele é Jesus. “Eu sou o Caminho, a Verdade, e a Vida” (João 14.6). Como Cristão, você tem de fazer uma escolha. Ou você anda no caminho do Google, o caminho do espírito da época, o caminho que, influenciado pelo positivismo, busca “ordem e progresso” na educação, ou você é de fato aquilo que você declara que é: um seguidor de Cristo, o único Caminho. Não dá para andar em dois caminhos ao mesmo tempo. Já reparou? Se identificar como seguidor do Caminho é algo que Cristãos vêm fazendo há dois mil anos. Assim que os primeiros Cristãos foram identificados (Atos 19.9, 19.23, 24.14, 24.22). Via, Veritas, Vita: Cristo é o Caminho pelo qual a Verdade nos guia até a Vida. E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste (João 17.3) Então o Caminho leva, pela Verdade, a um conhecimento. O...

“Sua Atitude em Relação a Filhos Revela o Seu Coração” por Emily Jensen

A primeira vez que eu carreguei, sozinha, nossos filhos pequenos no carrinho do mercado, eu me preparei mentalmente para o desafio à frente. Apesar do potencial de que eles choramingassem, se agarrassem, se batessem e implorassem por algo fosse bastante real, minhas maiores ansiedades estavam voltadas para a reação das pessoas ao verem meu carrinho cheio de crianças. Você veja: em menos de quatro anos, nós tivemos quatro filhos. Não apenas eles têm idades próximas, como também são todos meninos, incluindo um par de gêmeos. Embora tenhamos nos acostumado com a composição da nossa família – e nos sentimos realmente abençoados pelo seu barulho e agitação –, tornou-se evidente que nem todos concordam com isso. Um passeio em público não fica completo sem encaradas, comentários e a inevitável conversa com um estranho. Então, enquanto eu empurrava meu ônibus em miniatura pelas portas automáticas do mercado, resolvi ser alegre e não deixar meu coração disparar ao ouvir os sussurros dos observadores. Nem todo mundo que nos vê tem um pensamento, opinião ou uma palavra para compartilhar (e eu não quero ser tão egocêntrica a ponto de pensar que cada passante na rua se importe com nosso planejamento familiar). Mas eu fiz algumas observações sobre os comentários que as pessoas fazem sobre nossos filhos. De modo geral, eles caem em três categorias opostas: PRIMEIRA: Vocês são loucos. Essa frase tão comum que ouvimos é, algumas vezes, formulada de maneira mais educada como: “Aposto que vocês estão sobrecarregados”. Mas a linguagem corporal, o tom da voz e os olhos bem abertos comunicam a mensagem: “Eu estou tão feliz por não ser vocês”....

“10 lições para educar crianças pequenas” por Tim Challies

Minha filha mais nova está prestes a completar 10 anos de idade e, ao completar dois dígitos, logo se juntará aos seus dois irmãos. Isso significa que Aileen e eu estamos graduando – passamos da graduação em sermos pais de crianças pequenas para a graduação de sermos pais de crianças grandes. Muito do que praticamos permanece, claro, mas os anos iniciais ficaram no passado. Estes “pequenos” anos têm sido os melhores e piores, os mais fáceis e mais difíceis. Eles têm sido igualmente cheios de alegrias e cheios de dificuldades tremendas. Houve vezes em que vencemos e vezes em que perdemos, disso eu tenho certeza. E agora, é tudo passado. Antes que tudo isso vire apenas uma neblina através da inevitável marcha do tempo, nós decidimos refletir sobre algumas lições que aprendemos sobre a educação nos anos iniciais da criança. Talvez você possa achar útil. 1- Lembre-se que a rebeldia deles é contra Deus, não contra você. Crianças nascem pecadoras e precisam de um salvador. Antes que sejam capazes de expressar qualquer coisa, elas são capazes de expressar sua rebeldia para com seus pais. Conforme crescem, essa rebeldia apenas aumenta, às vezes de forma gritante e escancarada e às vezes de forma sutil e silenciosa. Temos que nos lembrar com frequência de que a rebeldia delas não é contra nós, mas contra Deus. As crianças agem contra nós, contra nossa autoridade, contra nossas regras, mas unicamente pelo fato de serem rebeldes contra Deus. Esta simples percepção nos ajudará a ter compaixão delas, orar por elas e ministrar Jesus a elas mais uma vez. 2- Ore, ore, ore, ore. Ore por seus filhos. Ore...

“Submissão: muito mais que ceder” por Rebecca Jones

Princípios bíblicos para honrar os maridos de forma radical Enquanto eu dirigia, trazendo minha filha de quinze anos da ginástica para casa, eu ouvia atentamente sua descrição de um momento doloroso e embaraçoso. Suas emoções pesavam não só em minha alma, mas também no pedal do acelerador. Uma náusea tomou conta de mim enquanto eu via as luzes piscando atrás de nós. Quando o policial me perguntou se eu tinha alguma razão para dirigir a 40 milhas por hora em uma zona de 30 milhas por hora, eu simplesmente respondi: “Não senhor, eu só não estava prestando atenção”. Quando terminamos as formalidades do processo de emissão da multa, eu saí dirigindo (devagar!). Minha filha, que agora já estava realmente soluçando pela tensão adicional de me ver receber uma multa que eu não poderia pagar, começou a reclamar de quão injusto o policial tinha sido. “Não”, eu insisti. “Ele não foi injusto. Se eu estava indo acima do limite de velocidade, ele tinha todo o direito de me parar e me dar uma multa”. “Mas ele foi tão arrogante, tão sabe-tudo”, minha filha argumentou. “E ele poderia ter apenas te dado um aviso”. “Bem, eu já vi coisa pior”, eu respondi. Eu não estava chateada com aquele policial nem tive medo dele como pessoa. Eu não me senti nem melhor nem pior que ele, mas ele era um policial e eu não. Naquela situação, eu era chamada a me submeter à sua jurisdição. Mudanças culturais Essa situação de autoridade legal é, praticamente, a única figura de submissão que ainda temos em nossa sociedade. Apesar de não ser particularmente útil quando...
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