[Mulheres da Bíblia] “A Mulher Encurvada” por Dr. Gerald Bilkes

Copy_of_2.5.Crippled_womanchangedA mulher encurvada. Ler: Lucas 13:10-17 Que benção é ter um dia de descanso! Depois de ter criado tudo por sua Palavra de poder, Deus santificou o sétimo dia para que a Sua criação pudesse descansar em adoração a Ele (Gn 2:3). Deus afirmou a instituição do sábado (dia de descanso) no monte Sinai quando ele escreveu com seu próprio dedo essas palavras: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Ex 20:8). No dia do descanso, agora o primeiro dia da semana, nós deixamos de lado nossos trabalhos diários e nos devotamos á adoração a Deus em público, de forma privada e com nossas famílias. Esse não deve ser um dia cheio de regras e regulações; foi dessa forma que os fariseus corromperam o Sábado. Cristo usou o dia do descanso para glorificar a Deus com os meios designados por Ele e para fazer atos de misericórdia para que as pessoas pudessem descansar nEle, em sua misericórdia e na sua obra completa. Entre outras coisas, isso era o que Ele estava ensinando em seu milagre com a mulher que andava encurvada. A Mulher Enferma No período que antecedeu o texto base desse artigo, Cristo tinha começado a ir para Jerusalém (Lc 9:51), e estava viajando pela ultima vez pela Perea, no outro lado do Jordão. Em nossa passagem do texto, Ele visitou uma sinagoga pela ultima vez durante sua passagem na terra. Lucas, de repente, nos apresenta a um dos membros que estavam naquele dia no Sábado. “E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; e andava curvada, e não podia de modo algum endireitar-se. (Lc 13:11)” . Nos versículos seguintes nos é informado três coisas sobre a condição dessa mulher. Primeiramente, seu corpo era completamente curvado. Suas costas eram curvadas e não era algo sutil, mas como o original mesmo diz, ela era completamente curvada. Ela vivia assim por dezoito anos. Ela não podia olhar para o céu ou para o rosto das pessoas. Ela provavelmente sofria provocações e era zombada pelas crianças ao seu redor enquanto ela vivia a sua vida difícil. O paralelo espiritual se torna claro quando nós vemos, em segundo lugar, como essa mulher havia sido presa por satanás. No versículo 16, Jesus diz que Satanás prendeu essa mulher há 18 anos. Ela tinha um espírito de enfermidade (v 11). Lucas, que era um médico, especificamente menciona isso. Em outras palavras, ela não tinha simplesmente o que nós conhecemos hoje como um caso grave de cifose, uma condição de saúde documentada. Esse era um problema médico e espiritual. O diabo a prendeu de tal forma que ela andava em desordem todos os dias como se tivesse sido acorrentada por ele. Em terceiro lugar, essa mulher estava em uma situação em que não podia fazer nada para se endireitar. O versículo 11 retrata isso: “e não podia de modo algum endireitar-se ”. Que coisa incrível é encontrar essa mulher em uma sinagoga. Ela envergonha qualquer um que procura uma desculpa para estar longe da igreja. Apesar da dor e da vergonha que ela podia sentir, ela arrastava seus pés pelas ruas de paralelepípedos da cidade até estar presente para ouvir a Palavra de Deus ser lida e explicada. Nesse tempo em particular, Cristo era o pregador ungido do céu para “proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” ( Is 61:1-3). A restauração física A mulher curvava poderia não ter visto o pregador naquele dia, mas Ele a viu. Na verdade, Lucas diz que o Médico faz três coisas com essa paciente. Primeiro Jesus olhou para ela. “vendo-a Jesus” (v. 12). Esse fato enfatiza o trabalho unilateral da graça de Deus. Muitos outros vieram atrás de Jesus para serem curados; essa mulher provavelmente deve ter

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orado muitas vezes por cura, mas aqui o Senhor Jesus a viu de uma forma que ninguém poderia ver. Ele a viu da mesma forma que o Senhor viu o Seu povo preso no cativeiro do Egito quando Ele disse a Moisés: “Tenho visto atentamente a aflição do meu povo”(Êxodo 3:7). Esse não foi um olhar qualquer, foi um olhar com compaixão. Segundo, “chamou-a a si” (Lucas 13:12). Ela provavelmente não podia ver a Cristo, mas com dificuldade ouviu a sua voz até chegar a Ele. O chamado de Cristo foi poderoso e efetivo na vida dela. “Minhas ovelhas ouvem a minha voz” (João 10:27). Com ela em Sua presença, Ele emite o chamado de libertação do cativeiro: “Mulher, estás livre da tua enfermidade. (Lucas 13:12)”. Veja como não há nenhuma incerteza nas palavras, ou no comportamento de Jesus. Ele nem mesmo ordena, simplesmente estabelece o fato, e houve uma grande transformação! Terceiro, Ele a tocou, “E pôs as mãos sobre ela” (v. 13). Com o toque de Jesus o espírito de enfermidade a deixou, o diabo a deixou, e essa mulher não estava mais esmagada, pelo contrário, estava firme em pé. Agora ela podia olhar para o sol e para o rosto das pessoas! E ela podia ver a maravilhosa face do Médico. A sinagoga nunca tinha visto repercussões tão boas como as de um milagre como esse. A palavra de Cristo foi suficientemente eficaz para fazer a cura completa daquela mulher. O Senhor tem prazer em fazer o mesmo milagre na vida de cada pecador que Ele salva. Quando pecadores estão sobrecarregados com a prisão do pecado, e sob a maldição da lei, Deus faz o que Ele disse a Israel em Levitico 26:13: “quebrei os timões do vosso jugo, e vos fiz andar eretos.”. A liberdade espiritual só é possível porque Cristo em breve seria preso e enviado para a cruz. Porque Ele foi preso o Seu povo pode ser livre (João 18:8-12). Você já vivenciou a liberdade de ter suas cadeias espirituais caídas? O peso do seu fardo e do seu pecado já foi embora por conta do olhar, da palavra e do toque de Cristo através do Espírito? Se sim, você fará a mesma coisa que essa mulher fez, ou seja, glorificar a Deus. Nós não podemos reivindicar mudança em nossa vida através de Cristo se as nossas vidas não estão fundamentalmente orientadas para a honra e glória de um Deus gracioso. O Senhor, por si mesmo disse, “A esse povo que formei para mim; o meu louvor relatarão.” (Isaías 43:21) O Senhor que instrui A narrativa não se encerra com a cura da mulher. Enquanto a mulher glorificava a Deus, uma coisa sinistra aconteceu. “E, tomando a palavra o chefe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.(Lucas 13:14)”. Certamente a glória de Deus não passava pela cabeça daquele chefe da sinagoga. Achava que era mais sábio do que o Senhor do sábado ( ver Mt 12:8), ele acusou o grande Médico de quebrar o sábado. Por que esse homem reagiu tão veementemente a essa cura? Porque toda vez que o diabo é obrigado a abandonar algo que ele preza, ele tentar dar o troco. Mas tem mais coisa acontecendo aqui. O que fez com que esse homem ficasse tão indignado? Parecia que ele tinha bem menos problema quando essa mulher estava sofrendo do que agora que ela estava curada. Que tipo de espírito teria essa reação? Sua observação prova que seu espírito estava mais aprisionado do que aquela mulher que vivia fisicamente presa. Esse homem era provavelmente um Fariseu,e sua mente legalista estava evidentemente mais interessada em colocar fardos nas vidas das pessoas do que em vê-las livres pela misericórdia de Cristo. Cristo aponta explicitamente para o problema básico daquele homem: a hipocrisia religiosa (v.15). Ele nunca havia percebido o peso de culpa que estava sobre ele. Que grande chamado de arrependimento para esse homem! Cristo estava sendo misericordioso ao confronta-lo. Ele poderia ter eliminado esse homem da face da terra pra sempre por ter sido contra Ele, o Senhor da glória. Nós só podemos esperar que essa repreensão de Jesus tenha sido uma benção para o coração daquele homem. É disso que nós precisamos desesperadamente – que as nossas mascaras sejam tiradas e que vejamos o nosso pecado exposto. Só assim nós nos tornaremos verdadeiramente pecadores diante de Deus. Cristo, entretanto, também explica o quão inconsistente esse homem era. Ele lembra ao homem que até mesmo os Fariseus se preocupariam em dar água a seus animais no sábado. Eles tirariam uma das suas ovelhas caso elas caíssem em um poço no sábado (Mt 12). Então disse Jesus: “E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa (v.16)”. Se as necessidades dos animais são atendidas, as necessidades dessa mulher não deveriam ser atendidas? Antes de condenar esse líder da sinagoga, vamos analisar nosso coração. Nós temos realmente amado e nos preocupados com aqueles que carregam fardos impossíveis? Nós estamos preocupados com esses que em nossas sinagogas(igrejas) estão levando cargas pesadas? Paulo nos ensina que devemos levar as cargas uns dos outros pra que a Lei de Cristo possa ser cumprida (Gl 6:12). O príncipe da sinagoga não parecia se importar muito com a mulher, de outro modo, ele teria se alegrado e glorificado a Deus com ela quando viu que seu fardo havia sido tirado. Essa nossa passagem traz um grande contraste. Cristo ergue aqueles que como essa mulher estão curvados em angustia, oprimidos ( Sl 146:7). Por outro lado, aqueles que resistem orgulhosamente ao Senhor como esse chefe da sinagoga estão virados de cabeça pra baixo, abatidos (Sl 146:8). É apenas quando descansamos na misericórdia de Deus que podemos começar a desfrutar do Sábado. Perguntas: 1) Cristo parece ter escolhido o Sábado intencionalmente para muitos dos seus milagres (Mat. 12:10; Marcos 1:21–28; João 5:9; João 9:14). O que nós podemos aprender a partir de Jesus em como usar o Sábado? 2) É bastante comum as pessoas irem para os cultos sobrecarregados – talvez não fisicamente, mas espiritualmente. Que tipo de fardos pessoas podem carregar com elas pra dentro da casa de Deus? 3) De que forma a condição física dessa mulher reflete o problema espiritual de um pecador caído? Consulte Salmo 38: 1-6 4) Compare e contraste a mulher e o príncipe da sinagoga. De que maneira pareceu mais fácil para o príncipe deixar o sofrimento da mulher perdurar por dezoito anos do que curá-la? ____________________ geraldbilkes**Esse artigo foi originalmente publicado na revista The Banner of Sovereign Grace Truth (Edição online de Novembro/2013) , traduzido com permissão do editor. Dr. Gerald Bilkes é professor de Teologia Bíblica e Novo Testamento no Puritan Reformed Theological Seminary. Ele completou seu doutorado (2002) no Princeton Theological Seminary. Ele era beneficiário de uma bolsa para pesquisa da Agência de Informação dos Estados Unidos no Instituto Albright (ASOR) em Jerusalém durante o ano de 1997-1998. Ele tem escrito vários artigos sobre temas bíblico-teológicos e tem palestrado em várias conferências. Suas áreas de interesse especial incluem hermenêutica, a história da interpretação e conversão na Bíblia. Ele e sua esposa, Michelle, tem cinco filhos: Lauren, Seth, Zachary, Audrey, e Josué. ________________ ** Tradução: Rebecca Figueiredo

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